Ki-Aikido (Shinshin Toitsu Aikido) - Shinshin Toitsudo - CO.R.PO - Consciência Respiratória e Postural R. Nilo Peçanha, 2511 - São Lourenço - Curitiba - Paraná
terça-feira, setembro 09, 2008
A continuidade do treino
Talvez o aspecto mais complexo de qualquer aprendizado ou treino é a continuidade. A tendência de descontinuar o aprendizado é enorme, ainda mais nos dias de hoje, quando somos constantemente bombardeados por informações novas. NO caso do Aikidô não é diferente. Há tantas artes marciais - sem falar em outros assuntos - interessantes e que nos pedem atenção. Sendo assim, porque seguir adiante? POsso responder por mim. Hà dias em que tudo parece errado. Há o cansaço normal do dia-a-dia e ainda temos o jogo de opiniões das pessoas que nos cercam. Parece que existe uma conspiração contante querendo evitar que sigamos adiante. POr momentos, chegamos a esquecer que aqueles que admiramos como experts são justamente os que continuaram apesar de tudo. NO treino para a vida - diferenciando do treino para competições - é a continuidade que nos aprimora, muito mais que o acréscimo de novas informações. No geral, nas artes, temos uma quantidade específica de conhecimento a ser adquirido e infinitas possibilidades de compreender o que nos é ensinado. A cada dia, a cada treino, temos novos insights. E assim vamos aprofundando nosso conhecimento não pelo aceitar o que nos dizem, mas por enterdermos em nós mesmos aquilo que antes parecia distante ou mesmo impossível para nós.
Yiquan
Para os interessados, clique no título para assistir uma série de vídeos intrucionais de Yiquan.
quarta-feira, agosto 27, 2008
terça-feira, agosto 19, 2008
quarta-feira, julho 16, 2008
DOAÇÃO DE SANGUE
Olá amigos,
Meu pai fará uma cirurgia hoje e precisa de sangue de qualquer tipo. Se vc é doador conto com sua ajuda!
O nome do meu pai é Luiz Alberto Pucci e está internado no Hospital Milton Muricy.
Muito obrigada!Beijos Michelle
Hemobanco
Rua Capitão Souza Franco, 290 - Bigorrilho
CEP 80.730-420 - Curitiba - Paraná
Fone: (41) 3023-5545 - Fax: (41) 3079-5547
http://www.hemobanco.com.br
Meu pai fará uma cirurgia hoje e precisa de sangue de qualquer tipo. Se vc é doador conto com sua ajuda!
O nome do meu pai é Luiz Alberto Pucci e está internado no Hospital Milton Muricy.
Muito obrigada!Beijos Michelle
Hemobanco
Rua Capitão Souza Franco, 290 - Bigorrilho
CEP 80.730-420 - Curitiba - Paraná
Fone: (41) 3023-5545 - Fax: (41) 3079-5547
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sexta-feira, julho 04, 2008
Boa viagem, Debitchan!
Débora está indo para o Japão para um temporada de diversão e boa comida e passeios por paisagens verdadeiramente curiosas como a sala de aula e o dormitório coletivo. Todoso aqueles que desejarem presentes peçam agora para não se arrepender depois.
Boa viagem e volte em breve
(com todos os presentes, por favor!)
é o que desejamos todos do Centro de Desenvolvimento de KI.
Boa viagem e volte em breve
(com todos os presentes, por favor!)
é o que desejamos todos do Centro de Desenvolvimento de KI.
quarta-feira, junho 11, 2008
Artes marciais e outros esportes além do futebol como instrumentos de marketing
Consumidor não confia em futebolista
São Paulo, 2 de Junho de 2008 - Esporte número um do País pentacampeão mundial, o futebol parece prestes a perder a posição de titular absoluto no escrete do marketing canarinho. Pelo menos é o que indicam pesquisas feitas por empresas especializada em patrocínio esportivo.
* Organizações, Empresas e Entidades
* Pessoas
* Datas
* Valores
* Localidades
Integra do texto
São Paulo, 2 de Junho de 2008 - Esporte número um do País pentacampeão mundial, o futebol parece prestes a perder a posição de titular absoluto no escrete do marketing canarinho. Pelo menos é o que indicam pesquisas feitas por empresas especializada em patrocínio esportivo. Num estudo recente da J. Cocco Sport Mkt , o automobilismo surge como a modalidade mais atraente - no que se refere à geração de resultados - para as empresas. Agora, uma pesquisa realizada pela Market Analisys aponta que o futebol já está "saturado" como ferramenta de marketing e que, se uma empresa quiser realmente agregar valor à marca, deve procurar outros esportes, entre eles natação, basquete e artes marciais. "Percebemos um descompasso entre o que as empresas fazem e o que realmente o consumidor gostaria que ela fizesse", afirma o diretor de marketing da Market Analisys, Fabián Echegaray.
Um dado obtido durante o estudo registra que dois terços dos entrevistados reconhecem a importância do patrocínio esportivo para o desenvolvimento da modalidade e 63% não consideram esse tipo de ação um desperdício de verba por parte da companhia.
O executivo revela que o futebol recebe um investimento aproximado de R$ 150 milhões por ano em marketing. "O futebol já está saturado; as marcas não conseguem mais passar seus valores para o consumidor por meio desse esporte. Não há mais efeito para a própria empresa", afirma.
Ele diz que, durante a pesquisa, poucos patrocinadores foram lembrados espontaneamente pelos entrevistados. "Em alguns casos, inclusive, a imagem é associada a um aspecto negativo", afirma Echegaray.
Segundo a pesquisa, algumas empresas que atuam no futebol empregam sua verba de forma errada e não sobressaem em relação às demais marcas que investem há muitos anos nesse esporte.
Outro dado importante observado durante as entrevistas é que o torcedor não concorda - e até vê com certa antipatia - com as empresas que patrocinam mais de um time. "Esse tipo de ação da companhia coloca o torcedor contra ela. Para o cidadão, como uma empresa pode, ao mesmo tempo, patrocinar equipes diferentes, e em alguns casos até rivais?", completa o executivo.
Um outro estudo feito diz respeito ao patrocínio a atletas. É comum um jogador de futebol servir de garoto-propaganda de marcas, o que proporciona certa visibilidade ao patrocinador. A ressalva na história é que grande parte dos entrevistados afirma não ter confiança nos esportistas desse modalidade. Cerca de 84% dos entrevistados afirmam não ter confiança nos jogadores de futebol. Já esportistas como Ayrton Senna e o nadador Thiago Pereira têm 100% de aceitação, enquanto Dayane dos Santos obtém 96%. "Os ícones do futebol são os mais lembrados, mas eles não transmistem confiança para o consumidor", afirma Echegaray.
A pesquisa revela que os esportes que aparecem com mais força para receber o patrocínio de empresas são basquete, natação, artes marciais e atletismo. Os consumidores esperam que essas modalidades recebam mais verbas. "São modalidades que carecem de patrocínio suficiente ou cujo patrocínio tem se mostrado ineficiente aos olhos do grande público", comenta Echegaray. "Mas é preciso atentar para o detalhe que esses esportes não são bons investimentos para todos os setores. Eles aparecem como oportunidades, não necessariamente como um alvo certo", explica o executivo.
A pesquisa revela também que segmentos como bancos, alimentos e empresas de materiais esportivos estão entre aqueles que menos patrocinam o esporte, ficando aquém das expectativas do consumidor. "Para os entrevistados, as empresas desses segmentos deveriam patrocinar mais o esporte do que o fazem hoje", diz Echegaray.
Foram realizadas 805 entrevistas com pessoas de 18 anos ou mais, de todas as classes sociais, em nove capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Goiânia, Curitiba, Salvador e Distrito Federal.
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 7)(Sheila Horvath)
São Paulo, 2 de Junho de 2008 - Esporte número um do País pentacampeão mundial, o futebol parece prestes a perder a posição de titular absoluto no escrete do marketing canarinho. Pelo menos é o que indicam pesquisas feitas por empresas especializada em patrocínio esportivo.
* Organizações, Empresas e Entidades
* Pessoas
* Datas
* Valores
* Localidades
Integra do texto
São Paulo, 2 de Junho de 2008 - Esporte número um do País pentacampeão mundial, o futebol parece prestes a perder a posição de titular absoluto no escrete do marketing canarinho. Pelo menos é o que indicam pesquisas feitas por empresas especializada em patrocínio esportivo. Num estudo recente da J. Cocco Sport Mkt , o automobilismo surge como a modalidade mais atraente - no que se refere à geração de resultados - para as empresas. Agora, uma pesquisa realizada pela Market Analisys aponta que o futebol já está "saturado" como ferramenta de marketing e que, se uma empresa quiser realmente agregar valor à marca, deve procurar outros esportes, entre eles natação, basquete e artes marciais. "Percebemos um descompasso entre o que as empresas fazem e o que realmente o consumidor gostaria que ela fizesse", afirma o diretor de marketing da Market Analisys, Fabián Echegaray.
Um dado obtido durante o estudo registra que dois terços dos entrevistados reconhecem a importância do patrocínio esportivo para o desenvolvimento da modalidade e 63% não consideram esse tipo de ação um desperdício de verba por parte da companhia.
O executivo revela que o futebol recebe um investimento aproximado de R$ 150 milhões por ano em marketing. "O futebol já está saturado; as marcas não conseguem mais passar seus valores para o consumidor por meio desse esporte. Não há mais efeito para a própria empresa", afirma.
Ele diz que, durante a pesquisa, poucos patrocinadores foram lembrados espontaneamente pelos entrevistados. "Em alguns casos, inclusive, a imagem é associada a um aspecto negativo", afirma Echegaray.
Segundo a pesquisa, algumas empresas que atuam no futebol empregam sua verba de forma errada e não sobressaem em relação às demais marcas que investem há muitos anos nesse esporte.
Outro dado importante observado durante as entrevistas é que o torcedor não concorda - e até vê com certa antipatia - com as empresas que patrocinam mais de um time. "Esse tipo de ação da companhia coloca o torcedor contra ela. Para o cidadão, como uma empresa pode, ao mesmo tempo, patrocinar equipes diferentes, e em alguns casos até rivais?", completa o executivo.
Um outro estudo feito diz respeito ao patrocínio a atletas. É comum um jogador de futebol servir de garoto-propaganda de marcas, o que proporciona certa visibilidade ao patrocinador. A ressalva na história é que grande parte dos entrevistados afirma não ter confiança nos esportistas desse modalidade. Cerca de 84% dos entrevistados afirmam não ter confiança nos jogadores de futebol. Já esportistas como Ayrton Senna e o nadador Thiago Pereira têm 100% de aceitação, enquanto Dayane dos Santos obtém 96%. "Os ícones do futebol são os mais lembrados, mas eles não transmistem confiança para o consumidor", afirma Echegaray.
A pesquisa revela que os esportes que aparecem com mais força para receber o patrocínio de empresas são basquete, natação, artes marciais e atletismo. Os consumidores esperam que essas modalidades recebam mais verbas. "São modalidades que carecem de patrocínio suficiente ou cujo patrocínio tem se mostrado ineficiente aos olhos do grande público", comenta Echegaray. "Mas é preciso atentar para o detalhe que esses esportes não são bons investimentos para todos os setores. Eles aparecem como oportunidades, não necessariamente como um alvo certo", explica o executivo.
A pesquisa revela também que segmentos como bancos, alimentos e empresas de materiais esportivos estão entre aqueles que menos patrocinam o esporte, ficando aquém das expectativas do consumidor. "Para os entrevistados, as empresas desses segmentos deveriam patrocinar mais o esporte do que o fazem hoje", diz Echegaray.
Foram realizadas 805 entrevistas com pessoas de 18 anos ou mais, de todas as classes sociais, em nove capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Goiânia, Curitiba, Salvador e Distrito Federal.
(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 7)(Sheila Horvath)
quarta-feira, maio 28, 2008
A riqueza do Aikidô, em grande parte, vem da abertura que é dada aos professores e alunos de ensinarem e aprenderem, cada um a seu modo. Nessa multivariedade de didáticas e compreensões, muitas vezes iniciam-se conflitos no desejo de descobrir qual o melhor modo (ou, no final das contas, quem é melhor entre nós que tanto brigamos?).
A resposta? Quem sabe? Dizem que a vida só se completa na morte, só então, estamos verdadeiramente prontos. Mas, prontos para quê? Para a vida, horas. Como assim? É preciso morrer, deixar a vida findar para estar pronto pra ela. Claro! Pronto para admitir que a vida que vivemos foi a melhor e mais perfeita dentro de nossas imperfeições.
Aikidô é mais ou menos isso. Estará perfeito quando não mais o praticarmos. Quando chegar o fim, então poderemos afirmar que foi o melhor e, quem sabe, chegou o momento de buscar outros caminhos, outras vias para enriquecer ainda mais uma vida que, por si só, já nos preenche de momentos preciosos.
A técnica? Bom, de tanto repetirmos e tanto nos tornarmos amigos daqueles que conosco praticam, um dia ela será aprendida e bem executada e, mais que isso, satisfatória para todos que participam dela direta ou indiretamente pois, como os anos, mais que derrubar ou ser derrubado, estabelecemos entre os praticantes e amigos uma boa relação de amizade que, por si só, nos impede de sermos egoístas a ponto de bloquear o outro em seu movimento de busca da suprema liberdade em vida.
E ainda assim há tanto a se ver, a se ouvir, a se sentir, a se fazer que é impossível não ser tomado pela dúvida se vale a pena continuar. Por isso devemos continuar, é a única maneira de responder.
A resposta? Quem sabe? Dizem que a vida só se completa na morte, só então, estamos verdadeiramente prontos. Mas, prontos para quê? Para a vida, horas. Como assim? É preciso morrer, deixar a vida findar para estar pronto pra ela. Claro! Pronto para admitir que a vida que vivemos foi a melhor e mais perfeita dentro de nossas imperfeições.
Aikidô é mais ou menos isso. Estará perfeito quando não mais o praticarmos. Quando chegar o fim, então poderemos afirmar que foi o melhor e, quem sabe, chegou o momento de buscar outros caminhos, outras vias para enriquecer ainda mais uma vida que, por si só, já nos preenche de momentos preciosos.
A técnica? Bom, de tanto repetirmos e tanto nos tornarmos amigos daqueles que conosco praticam, um dia ela será aprendida e bem executada e, mais que isso, satisfatória para todos que participam dela direta ou indiretamente pois, como os anos, mais que derrubar ou ser derrubado, estabelecemos entre os praticantes e amigos uma boa relação de amizade que, por si só, nos impede de sermos egoístas a ponto de bloquear o outro em seu movimento de busca da suprema liberdade em vida.
E ainda assim há tanto a se ver, a se ouvir, a se sentir, a se fazer que é impossível não ser tomado pela dúvida se vale a pena continuar. Por isso devemos continuar, é a única maneira de responder.
quarta-feira, maio 21, 2008
Quinta-feria não haverá aula de Aikidô
Dia 22 de maio não haverá aula no Centro de Desenvolvimeto de Ki. Bom feriado a todos.
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